A derrota de Viktor Orbán nas eleições húngaras, após 16 anos no poder, foi recebida com alívio por líderes europeus e pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. A ascensão de Péter Magyar e seu partido Tisza é vista como um golpe para Vladimir Putin, que perde um aliado dentro da União Europeia, e sinaliza uma possível mudança na política interna e externa da Hungria. Magyar é o futuro primeiro-ministro da Hungria e já recebeu congratulações da Europa e do governo alemão.
Orbán era conhecido por sua postura pró-Rússia, o que gerava tensões e dificultava a tomada de decisões conjuntas na União Europeia em relação à guerra na Ucrânia. A nova liderança húngara prometeu parar de obstruir o empréstimo da UE a Kiev, e a Ucrânia expressou expectativa por um "trabalho construtivo". No entanto, há uma expectativa de negociações delicadas pela frente, especialmente sobre o empréstimo europeu de €90 bilhões para a Ucrânia, que estava travado por Orbán. O porta-voz do governo alemão em Berlim enfatizou a necessidade de uma solução rápida para o empréstimo. A queda de Orbán é atribuída à insatisfação com a corrupção e a deterioração econômica, e o resultado eleitoral é considerado um marco para a política europeia, com potencial para alterar o equilíbrio de poder e influenciar futuras decisões da União Europeia.
BBC Brasil • 14 abr, 08:07
G1 Mundo • 14 abr, 08:51
Folha de São Paulo - Mundo • 13 abr, 11:59
13 abr, 10:03
12 abr, 14:02
11 abr, 17:01
10 abr, 10:02
14 fev, 18:01