O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán acusou seus adversários de conspirar com serviços de inteligência estrangeiros, enquanto seu principal opositor, Péter Magyar, denunciou fraudes eleitorais a dois dias das eleições legislativas.
A dois dias das eleições legislativas na Hungria, o primeiro-ministro Viktor Orbán acusou seus adversários políticos de conspirar com serviços de inteligência estrangeiros e de tentar gerar caos no país. Orbán, que busca um quinto mandato, denunciou ameaças de violência, acusações de fraude eleitoral fabricadas e manifestações pré-organizadas, visando desestabilizar o processo eleitoral.
Em resposta, seu principal opositor, Péter Magyar, pediu aos húngaros que não cedam a provocações e acusou o partido Fidesz de fraudes eleitorais. Magyar também alertou sobre uma tentativa de Washington de influenciar a votação. As relações de Orbán com os EUA e a Rússia contrastam com as tensas relações com a União Europeia, que congelou fundos para Budapeste, enquanto Donald Trump manifestou apoio total a Orbán em sua rede social.
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