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Carga tributária brasileira atinge recorde de 32,4% do PIB em 2025

A carga tributária do Brasil alcançou 32,4% do PIB em 2025, o maior valor da série histórica, totalizando R$ 4,12 trilhões, impulsionada pelo crescimento econômico e aumento do IOF.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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10/04 às 13:01 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • A carga tributária brasileira atingiu 32,4% do PIB em 2025, um novo recorde histórico.
  • O montante total arrecadado foi de R$ 4,12 trilhões.
  • Este percentual representa um aumento de 0,18 ponto percentual em relação a 2024.
  • A estimativa foi divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional em 10 de abril de 2026.
  • O crescimento econômico, o aumento do emprego formal e a elevação do IOF foram os principais fatores.
  • A carga tributária federal subiu para 21,6% do PIB, enquanto a estadual recuou para 8,38% e a municipal subiu para 2,42%.

A carga tributária no Brasil alcançou 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, marcando um novo recorde histórico para o país. A estimativa foi divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional em 10 de abril de 2026, e representa o maior nível desde o início da série histórica do Tesouro em 2010. Este valor corresponde a um montante total arrecadado de R$ 4,12 trilhões e representa um aumento de 0,18 ponto percentual em relação ao ano anterior.

O crescimento da economia e do emprego formal foram os principais impulsionadores desse aumento, elevando a arrecadação de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e de contribuições para a Previdência Social. A elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também contribuiu para o incremento da carga tributária. Apesar do aumento nominal da arrecadação, houve uma queda na participação dos impostos sobre bens e serviços federais e estaduais (ICMS) no PIB.

Em termos de composição, a carga tributária federal subiu para 21,6% do PIB, enquanto a estadual registrou um recuo para 8,38%. A carga tributária municipal, por sua vez, apresentou um aumento, atingindo 2,42% do PIB. As contribuições sociais também registraram alta, impulsionadas pela recuperação do mercado de trabalho.

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