A carga tributária no Brasil alcançou 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, marcando um novo recorde histórico para o país. A estimativa foi divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional em 10 de abril de 2026, e representa o maior nível desde o início da série histórica do Tesouro em 2010. Este valor corresponde a um montante total arrecadado de R$ 4,12 trilhões e representa um aumento de 0,18 ponto percentual em relação ao ano anterior.
O crescimento da economia e do emprego formal foram os principais impulsionadores desse aumento, elevando a arrecadação de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e de contribuições para a Previdência Social. A elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também contribuiu para o incremento da carga tributária. Apesar do aumento nominal da arrecadação, houve uma queda na participação dos impostos sobre bens e serviços federais e estaduais (ICMS) no PIB.
Em termos de composição, a carga tributária federal subiu para 21,6% do PIB, enquanto a estadual registrou um recuo para 8,38%. A carga tributária municipal, por sua vez, apresentou um aumento, atingindo 2,42% do PIB. As contribuições sociais também registraram alta, impulsionadas pela recuperação do mercado de trabalho.
Folha de São Paulo - Mercado • 10 abr, 17:32
Agência Brasil - EBC • 10 abr, 16:54
UOL - Economia • 10 abr, 14:21
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