Alunos da FEA-USP protestam contra Selic de 14,75% antes de palestra
Estudantes da FEA-USP manifestaram-se contra a taxa Selic de 14,75% antes de uma palestra do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, criticando os juros elevados e seus impactos na economia.
Pontos principais
- Alunos da FEA-USP protestaram contra a taxa Selic de 14,75% antes de palestra de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central.
- Manifestantes estenderam faixa com a mensagem “Selic 14,7% é roubo – juros + ciência + educação”.
- Panfletos foram distribuídos, destacando os impactos negativos da Selic alta na inadimplência e na dívida pública.
- Os alunos afirmam que 81 milhões de pessoas e 8,1 milhões de empresas estão inadimplentes devido aos juros altos.
- O gasto do setor público com juros atingiu R$ 1.038,8 bilhões (8,07% do PIB) nos 12 meses até fevereiro.
Estudantes da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA-USP) realizaram um protesto contra a taxa Selic de 14,75% antes de uma palestra do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Os manifestantes estenderam faixas com críticas aos juros elevados e distribuíram panfletos detalhando os impactos negativos da Selic alta na economia brasileira, incluindo o aumento da inadimplência de pessoas e empresas, e o gasto do setor público com juros.
Segundo os alunos, a alta taxa de juros contribui para a inadimplência de 81 milhões de pessoas e 8,1 milhões de empresas no Brasil. Eles também apontaram que o gasto do setor público com juros alcançou R$ 1.038,8 bilhões, equivalente a 8,07% do Produto Interno Bruto (PIB), nos 12 meses encerrados em fevereiro. Um dos organizadores do movimento defendeu o aumento da meta de inflação, classificando a atual de 3% como “insana”.
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