O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a elevada taxa de juros no Brasil é um problema estrutural, não conjuntural, e questionou a anomalia de juros altos com baixo desemprego.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a elevada taxa de juros no Brasil é um problema de natureza estrutural, e não conjuntural. Em sua análise, Galípolo comparou a situação econômica atual com desafios históricos enfrentados pelo país, como a industrialização e os períodos de alta inflação nas décadas de 1970 e 1980.
Galípolo destacou a anomalia de juros de 14,75% em um cenário de crescimento econômico, desemprego mínimo e inflação fora da meta, sugerindo que o desafio é normalizar a política monetária brasileira. Ele também criticou a alta inadimplência no cartão de crédito, que alcança 60%, e observou que muitos brasileiros consideram o limite do cartão como renda disponível para emergências, e não como uma dívida.
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