O governo Lula está buscando se desvincular do Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo envolvendo o Banco Master, com o objetivo de evitar desgaste político. Auxiliares do presidente afirmam que a gestão não atuará para proteger os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que são citados no caso, e que eles devem se explicar publicamente. Apesar de reconhecer a associação popular entre o presidente e a Corte, o Planalto não prevê manifestações públicas diretas, mas adotará um discurso republicano que implicitamente cobrará esclarecimentos dos envolvidos.
Em conversas privadas, o presidente Lula tem expressado preocupação com as críticas direcionadas a Moraes, temendo que o contrato do escritório da esposa do ministro com o Banco Master possa afetar sua própria popularidade. O governo prevê que o escândalo terá múltiplos desdobramentos e planeja associar a origem do caso à gestão anterior do Banco Central, sob Roberto Campos Neto, e ao governo Bolsonaro, além de explorar as implicações de políticos de direita no caso.
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