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Governo Lula busca se desvincular do STF em escândalo do Banco Master

O governo Lula busca se distanciar do Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo do Banco Master, afirmando que ministros envolvidos devem se explicar para evitar desgaste político.

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Foto: InfoMoney
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17/03 às 10:03

Pontos principais

  • O governo Lula tenta se afastar do STF no caso Banco Master para evitar desgaste político.
  • Auxiliares do presidente afirmam que a gestão não blindará os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
  • Lula teme que críticas ao contrato do escritório da mulher de Moraes com o Master o atinjam.
  • A estratégia do Planalto é adotar um discurso republicano e cobrar explicações dos implicados do STF.
  • O governo planeja associar a origem do caso Master ao governo Bolsonaro e à gestão do Banco Central.

O governo Lula está buscando se desvincular do Supremo Tribunal Federal (STF) no escândalo envolvendo o Banco Master, com o objetivo de evitar desgaste político. Auxiliares do presidente afirmam que a gestão não atuará para proteger os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que são citados no caso, e que eles devem se explicar publicamente. Apesar de reconhecer a associação popular entre o presidente e a Corte, o Planalto não prevê manifestações públicas diretas, mas adotará um discurso republicano que implicitamente cobrará esclarecimentos dos envolvidos.

Em conversas privadas, o presidente Lula tem expressado preocupação com as críticas direcionadas a Moraes, temendo que o contrato do escritório da esposa do ministro com o Banco Master possa afetar sua própria popularidade. O governo prevê que o escândalo terá múltiplos desdobramentos e planeja associar a origem do caso à gestão anterior do Banco Central, sob Roberto Campos Neto, e ao governo Bolsonaro, além de explorar as implicações de políticos de direita no caso.

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