O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o Ministério Público atuará com rigor e neutralidade para combater a influência de organizações criminosas e a violência política contra a mulher nas eleições de 2026.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, assegurou que o Ministério Público (MP) atuará com firmeza e neutralidade para impedir a infiltração de facções criminosas e combater a violência política contra a mulher e a desinformação nas eleições de 2026. O MP Eleitoral concentrará esforços em coibir a influência de organizações criminosas no processo eleitoral, incluindo o financiamento e a promoção de candidatos. A violência política contra a mulher, que é crime eleitoral desde 2021, com penas de 1 a 4 anos de prisão, e a desinformação, especialmente nas redes sociais, também são consideradas prioridades.
Para fortalecer essa atuação, foi criado um grupo de trabalho (GT) com o objetivo de apoiar promotores e procuradores no combate ao crime organizado nas eleições. O GT auxiliará na coleta de dados estratégicos e manterá diálogo com os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) e os Núcleos de Inteligência dos MPs. Cerca de 30 procuradores eleitorais estão reunidos em Brasília para definir as estratégias de fiscalização para o pleito, e o MP já apresentou aproximadamente 50 denúncias relacionadas à violência política contra a mulher.
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