Caiado se muda para SP e foca em pré-candidatura à Presidência em 2026
Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD à Presidência, mudou-se para São Paulo para focar na campanha de 2026, buscando eleitores "desiludidos" e um vice competitivo, enquanto se distancia da polarização.
Pontos principais
- Ronaldo Caiado renunciou ao governo de Goiás e estabeleceu São Paulo como base de sua pré-campanha presidencial pelo PSD.
- A estratégia visa atrair eleitores "desiludidos" e não polarizados, posicionando Caiado como uma alternativa política.
- Caiado criticou indiretamente a atuação de Flávio Bolsonaro, afirmando que sua política é focada em "entregas" e não em "polarização e likes".
- A escolha do vice é crucial para agregar votos e tempo de TV, em um cenário que inclui a candidatura de Flávio Bolsonaro.
- Pesquisa Quaest de março indicou 4% das intenções de voto para Caiado no primeiro turno.
Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD à Presidência da República, renunciou ao governo de Goiás e se mudou para São Paulo, que será a principal base de sua campanha para 2026. A mudança visa focar na pré-candidatura, aproveitando o maior colégio eleitoral do país e a facilidade de deslocamento. A estratégia inicial de Caiado é apresentar sua experiência política e atrair o eleitor "desiludido" e não polarizado, posicionando-se como uma alternativa à atual polarização política. Ele propõe, como primeiro ato de governo, anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro, buscando reforçar sua imagem de não radical e aberto ao diálogo.
Caiado utiliza sua alta aprovação em Goiás, de 88% segundo a Quaest, para sustentar sua imagem. Ele diferenciou sua atuação política da de Flávio Bolsonaro, sem citá-lo diretamente, afirmando que sua política é focada em "entregas", como melhorias na educação e segurança pública, e não em "grito, polarização e likes". O presidenciável minimizou o impacto da polarização entre Lula e Flávio para as eleições de 2026, acreditando que o eleitor ainda está aberto a outras opções. A escolha de um vice é um ponto aberto e estratégico, buscando alguém que possa agregar votos e tempo de televisão, especialmente diante de um cenário desafiador que inclui a candidatura de Flávio Bolsonaro. Uma pesquisa Quaest de março indicou que Caiado possui 4% das intenções de voto no primeiro turno.
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