Comitê da Câmara dos EUA acusa Brasil de censurar conteúdo pró-Trump
Um relatório do comitê judiciário da Câmara dos EUA alega que o Brasil censurou conteúdo que apoia Donald Trump e critica Joe Biden, prejudicando a soberania americana.
Pontos principais
- O comitê judiciário da Câmara dos EUA divulgou um relatório acusando o Brasil de censurar conteúdo pró-Trump e crítico a Biden em plataformas digitais.
- O documento, parte de uma série sobre liberdade de expressão, aponta o ministro Alexandre de Moraes como responsável por ações que prejudicam a soberania dos EUA.
- O relatório sugere que as ações de censura podem influenciar as eleições brasileiras de outubro de 2026.
- O comitê é liderado pelo deputado republicano Jim Jordan, aliado de Trump, que já se reuniu com políticos brasileiros como Eduardo e Flávio Bolsonaro.
- Partes anteriores do relatório foram baseadas em pedidos do STF e TSE para remover perfis e conteúdos do X (antigo Twitter).
Um relatório do comitê judiciário da Câmara dos EUA acusou o Brasil de censurar conteúdo que elogia o presidente Donald Trump e critica Joe Biden em plataformas digitais. O documento, a terceira parte de uma série intitulada "O ataque à liberdade de expressão no exterior: O caso do Brasil", afirma que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prejudica a soberania norte-americana. O comitê, presidido pelo deputado republicano Jim Jordan, aliado de Trump, sugere que essas ações de censura podem interferir nas eleições brasileiras de outubro de 2026.
As alegações do relatório baseiam-se em pedidos feitos pelo STF e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a remoção de perfis e conteúdos na plataforma X (anteriormente Twitter). O deputado Jim Jordan já se encontrou com políticos brasileiros como Eduardo e Flávio Bolsonaro, reforçando a conexão entre o comitê e figuras alinhadas a Trump no Brasil.
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