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PM de SP aposenta tenente-coronel preso por feminicídio

Um tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, indiciado por feminicídio e fraude processual, foi aposentado com proventos integrais, enquanto o processo administrativo para sua demissão prossegue.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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02/04 às 17:59

Pontos principais

  • O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi transferido para a reserva da PM de SP, equivalente à aposentadoria.
  • Ele está preso preventivamente desde 18 de março, indiciado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual.
  • A portaria de inatividade, publicada no Diário Oficial, garante-lhe proventos integrais.
  • Gisele Alves Santana foi encontrada morta com um tiro na cabeça em fevereiro; laudos do IML indicaram agressões, contrariando a hipótese inicial de suicídio.
  • A aposentadoria não impede o processo administrativo que pode resultar na demissão e perda de patente do oficial.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, da Polícia Militar de São Paulo, foi aposentado com proventos integrais, conforme portaria publicada no Diário Oficial do Estado. Ele está preso preventivamente desde 18 de março, indiciado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em fevereiro, e laudos do Instituto Médico Legal (IML) apontaram marcas de agressão, refutando a versão inicial de suicídio.

Apesar da aposentadoria, que o transfere para a reserva da corporação, o processo administrativo disciplinar contra o tenente-coronel continua. Este processo pode levar à sua demissão e à perda da patente, independentemente da inatividade remunerada.

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