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Erika Hilton critica aposentadoria de PM suspeito de feminicídio em SP

A deputada federal Erika Hilton criticou a aposentadoria de um tenente-coronel da PM de São Paulo, suspeito de feminicídio, e a atuação da Justiça Militar e do governo estadual no caso.

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Foto: Poder360
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02/04 às 20:03

Pontos principais

  • A deputada Erika Hilton (Psol-SP) criticou a aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de matar a esposa.
  • A parlamentar questionou a concessão de aposentadoria integral ao policial, que recebe cerca de R$ 30 mil mensais.
  • Hilton apontou possível favorecimento ao acusado pela Justiça Militar e interferência na investigação inicial.
  • Gisele Alves Santana foi encontrada morta em fevereiro, e a investigação passou de suicídio para feminicídio qualificado e fraude processual.
  • Peritos identificaram lesões em Gisele e indícios de manipulação da cena do crime, além de contradições no relato do oficial.

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) criticou a aposentadoria do tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de feminicídio. A parlamentar questionou a decisão de conceder aposentadoria integral ao oficial, que recebe cerca de R$ 30 mil mensais, e a atuação da Justiça Militar e do governo estadual no caso. Hilton sugeriu que a Justiça Militar pode estar favorecendo o acusado e que houve interferência na investigação inicial, com alteração da cena do crime.

O tenente-coronel foi aposentado com salário integral e transferido para a reserva a pedido, com base em critérios proporcionais de idade. A vítima, Gisele Alves Santana, foi encontrada morta em fevereiro. A investigação, inicialmente tratada como suicídio, foi posteriormente reclassificada como feminicídio qualificado e fraude processual. Peritos identificaram lesões em Gisele, indícios de manipulação da cena do crime e contradições no depoimento do oficial.

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