A deputada federal Erika Hilton criticou a aposentadoria de um tenente-coronel da PM de São Paulo, suspeito de feminicídio, e a atuação da Justiça Militar e do governo estadual no caso.
A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) criticou a aposentadoria do tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de feminicídio. A parlamentar questionou a decisão de conceder aposentadoria integral ao oficial, que recebe cerca de R$ 30 mil mensais, e a atuação da Justiça Militar e do governo estadual no caso. Hilton sugeriu que a Justiça Militar pode estar favorecendo o acusado e que houve interferência na investigação inicial, com alteração da cena do crime.
O tenente-coronel foi aposentado com salário integral e transferido para a reserva a pedido, com base em critérios proporcionais de idade. A vítima, Gisele Alves Santana, foi encontrada morta em fevereiro. A investigação, inicialmente tratada como suicídio, foi posteriormente reclassificada como feminicídio qualificado e fraude processual. Peritos identificaram lesões em Gisele, indícios de manipulação da cena do crime e contradições no depoimento do oficial.
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