Um tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo foi indiciado por feminicídio e fraude processual pela morte da soldado Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça.
O tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Geraldo Leite Rosa Neto, foi indiciado por feminicídio e fraude processual pela morte da soldado Gisele Alves Santana. A soldado foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento do casal. A família da vítima e o advogado contestaram a versão inicial de suicídio apresentada pelo tenente-coronel, levantando suspeitas sobre as circunstâncias da morte.
Laudos necroscópicos apontaram lesões contundentes na face e pescoço da vítima, compatíveis com pressão digital e escoriação por unha. Além disso, uma testemunha ouviu um disparo às 7h28, mas o tenente-coronel só acionou a polícia às 7h57, um intervalo de quase meia hora. A foto da vítima com a arma na mão, tirada pelos socorristas, foi considerada incomum em casos de suicídio, e a presença de policiais femininas para limpeza do apartamento horas após a ocorrência também gerou questionamentos.
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