A presidência da deputada Erika Hilton na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher acirrou o embate político na Câmara, com questionamentos sobre seu gênero e críticas à condução dos trabalhos.
A eleição da deputada Erika Hilton (Psol-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados intensificou o embate político, com parlamentares da oposição questionando sua legitimidade devido ao seu gênero. Aliados de Hilton, por sua vez, classificam as críticas como discriminatórias. A primeira sessão sob sua liderança foi marcada por impasses, trocas de acusações e atrasos nas votações, com a oposição contestando a retirada de requerimentos.
Deputadas da oposição anunciaram a intenção de recorrer para anular a eleição e apresentar uma representação no Conselho de Ética, além de propor um projeto de lei para restringir a presidência da comissão a deputadas cisgênero. A controvérsia é percebida como um movimento estratégico no cenário político, com potencial para influenciar o eleitorado feminino e a percepção sobre o governo, especialmente nas redes sociais e no contexto eleitoral.
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