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Dino amplia investigação sobre emendas PIX para Fundação Oasis

O ministro Flávio Dino (STF) ampliou a investigação sobre a falta de transparência em "emendas PIX" destinadas à Fundação Oasis, solicitando novos documentos.

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Foto: G1 Política
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30/03 às 11:01 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • Flávio Dino (STF) identificou insuficiência de transparência em "emendas PIX" para a Fundação Oasis e solicitou novos documentos.
  • A investigação foca em repasses de R$ 3,6 milhões do senador Carlos Viana (Podemos-MG) entre 2019 e 2025.
  • A decisão de Dino ocorreu após respostas consideradas insuficientes do senador e do Senado Federal.
  • Deputados Pastor Henrique Vieira e Rogério Correia denunciaram o caso ao STF, apontando Viana como responsável pelos repasses.
  • Um relatório da CGU já indicava "múltiplas irregularidades" nas emendas destinadas por Viana.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), ampliou a investigação sobre a insuficiência de transparência e rastreabilidade em "emendas PIX" destinadas à Fundação Oasis, braço social da Igreja Batista da Lagoinha. A apuração foca em supostas irregularidades nos repasses de R$ 3,6 milhões do senador Carlos Viana (Podemos-MG) entre 2019 e 2025, direcionados para Belo Horizonte e Capim Branco. A decisão de Dino ocorreu após as respostas do senador e do Senado Federal serem consideradas insuficientes, levando o ministro a determinar o envio de todos os documentos relativos aos repasses em um prazo de 10 dias.

A denúncia inicial partiu dos deputados Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Rogério Correia (PT-MG), que acionaram o STF por possíveis irregularidades e acusam Viana de blindar investigações. Um relatório anterior da Controladoria-Geral da União (CGU) já indicava "múltiplas irregularidades" nas emendas destinadas pelo senador. A Fundação Oasis, por sua vez, afirma que suas informações financeiras são públicas e auditadas, e que está à disposição para quaisquer esclarecimentos. Carlos Viana defendeu-se nas redes sociais, alegando ser alvo de ataques por sua atuação na CPMI do INSS e prometeu apresentar documentos em coletiva.

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