Dino amplia investigação sobre emendas de Viana à Fundação Oásis
O ministro Flávio Dino (STF) expandiu a apuração de suspeitas envolvendo o senador Carlos Viana (Podemos-MG) e a Fundação Oásis, solicitando documentos a diversas entidades.
Pontos principais
- Carlos Viana (Podemos-MG) nega irregularidades na destinação de R$ 3,6 milhões em emendas parlamentares à Fundação Oásis.
- O ministro Flávio Dino (STF) pediu esclarecimentos e ampliou a investigação sobre o caso.
- Dino determinou que a fundação, prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, e o governo federal apresentem documentos em dez dias.
- Viana defende a legalidade dos repasses, via convênios com prefeituras, e nega ingerência sobre o dinheiro.
- O senador atribui as acusações a disputas eleitorais e à sua atuação na presidência da CPMI do INSS.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), ampliou a investigação sobre a destinação de emendas parlamentares do senador Carlos Viana (Podemos-MG) à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha. Dino solicitou que a fundação, as prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, e o governo federal apresentem documentos relacionados aos repasses em um prazo de dez dias.
Carlos Viana nega qualquer irregularidade nos R$ 3,6 milhões repassados, afirmando que os valores foram destinados legalmente por meio de convênios com as prefeituras e que não teve ingerência sobre o uso do dinheiro. O senador sugere que as acusações são motivadas por disputas eleitorais e por sua atuação como presidente da CPMI do INSS, que, apesar de não ter tido relatório aprovado, resultou em investigações da Polícia Federal e do próprio STF.
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