O Bank of America concordou em pagar US$72,5 milhões (aproximadamente R$ 380 milhões) para encerrar um processo civil que o acusava de facilitar o abuso sexual cometido por Jeffrey Epstein. O acordo, que ainda precisa da aprovação do juiz distrital Jed Rakoff, foi anunciado após acusações de que o banco ignorou transações financeiras suspeitas de Epstein, conforme alegado por mulheres representadas sob o pseudônimo Jane Doe. Uma audiência para a aprovação judicial está agendada para quinta-feira.
O banco havia negado as alegações, afirmando que os serviços prestados não tinham ligação conhecida com Epstein na época e que prestou serviços financeiros rotineiros. No entanto, em janeiro, o juiz Rakoff decidiu que o Bank of America deveria enfrentar as acusações de que se beneficiou conscientemente do tráfico sexual de Epstein, citando pagamentos feitos a Epstein pelo bilionário Leon Black entre as operações suspeitas. Este acordo segue precedentes de outros bancos, como JPMorgan Chase (US$ 290 milhões) e Deutsche Bank (US$ 75 milhões), que também fizeram acordos semelhantes em 2023 em casos relacionados a Epstein, que morreu em 2019 em uma cela de prisão enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.
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