O Bank of America firmou um acordo em uma ação coletiva movida por mulheres que alegam ter sido vítimas de Jeffrey Epstein. O processo acusava o banco de facilitar os abusos do financista ao ignorar transações financeiras suspeitas, priorizando o lucro em detrimento da segurança das vítimas. Embora o valor do acordo não tenha sido divulgado, a decisão segue acordos anteriores feitos por outras instituições financeiras.
O juiz distrital Jed Rakoff havia determinado que o Bank of America deveria responder às acusações de ter se beneficiado do esquema de tráfico sexual de Epstein. Entre as transações questionadas estavam pagamentos de US$ 158 milhões feitos a Epstein pelo bilionário Leon Black. Outros bancos, como JPMorgan Chase e Deutsche Bank, já haviam fechado acordos de US$ 290 milhões e US$ 75 milhões, respectivamente, com as vítimas de Epstein, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual.
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