Espólio de Epstein propõe acordo de US$ 35 milhões em ação coletiva de vítimas
O espólio de Jeffrey Epstein propôs pagar até US$ 35 milhões para encerrar uma ação coletiva que acusa seus assessores de auxiliar o tráfico sexual, somando-se a outros US$ 170 milhões já pagos.
Pontos principais
- O espólio de Jeffrey Epstein propõe pagar até US$ 35 milhões para resolver uma ação coletiva.
- A ação acusava os assessores Darren Indyke e Richard Kahn de auxiliar o tráfico sexual de mulheres jovens e adolescentes.
- O acordo, que precisa de aprovação judicial, encerraria um processo movido em 2024, sem admissão de culpa dos assessores.
- O espólio já havia pago US$ 121 milhões em um fundo de restituição e US$ 49 milhões em acordos adicionais a vítimas.
- Acordos anteriores com JPMorgan Chase e Deutsche Bank totalizaram US$ 365 milhões por negligência em relação a Epstein.
Os responsáveis pela herança de Jeffrey Epstein, Darren Indyke e Richard Kahn, apresentaram uma proposta de acordo à Justiça de Nova York para indenizar supostas vítimas do financista. O valor proposto é de até US$ 35 milhões, destinado a mulheres que afirmam ter sido agredidas ou traficadas por Epstein. Esta iniciativa busca encerrar uma ação coletiva de 2024 que acusava Indyke e Kahn de auxiliar o tráfico sexual, embora eles neguem qualquer conduta imprópria e não admitam culpa no acordo.
Para que o acordo se torne definitivo, ele precisa ser homologado por um juiz federal. Este valor se soma aos US$ 121 milhões já pagos pelo espólio em um fundo de restituição e US$ 49 milhões em acordos adicionais. Além disso, JPMorgan Chase e Deutsche Bank já pagaram US$ 365 milhões em acordos por ignorarem sinais de alerta sobre as atividades de Epstein.
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