A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã fechou o Estreito de Ormuz para embarcações aliadas aos EUA e Israel, elevando as tensões regionais e alertando para uma resposta firme a tentativas de travessia.
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz para navios com ligações a países aliados dos Estados Unidos e de Israel. A medida foi acompanhada de um alerta de que qualquer tentativa de travessia enfrentará uma resposta firme, após três navios cargueiros terem sido advertidos e forçados a recuar. A IRGC justificou a ação citando "alegações falsas" do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre uma suposta reabertura do estreito.
O controle do Estreito de Ormuz é estratégico, pois é uma rota vital para o transporte global de petróleo. Um levantamento da agência Tasnim News, controlada pela IRGC, sugere que o controle da passagem poderia gerar receitas anuais significativas para o Irã, estimadas entre US$ 20 bilhões e US$ 100 bilhões. Em um desenvolvimento adicional, a IRGC pediu a evacuação de áreas com forças americanas no Oeste da Ásia, alegando que estas e as forças israelenses utilizam civis como escudos humanos.
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