O Ibama proibiu a exportação de barbatana de tubarão-azul desassociada do corpo do animal, visando combater o comércio de espécies ameaçadas e internalizar acordos internacionais.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proibiu a exportação de barbatana de tubarão-azul que não esteja associada ao corpo do animal em todo o território nacional. A decisão, anunciada pelo presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, visa fortalecer o combate ao comércio ilegal de espécies ameaçadas e internalizar compromissos de acordos internacionais.
A medida complementa a proibição já existente da prática de 'finning', que consiste na retirada das barbatanas e devolução do animal vivo ao mar. A proibição também se estende a importações de espécies ameaçadas pelas listas da CMS, já que o tubarão-azul está listado no Anexo II da Cites, um tratado internacional do qual o Brasil é signatário. As novas regras, que serão publicadas em uma Instrução Normativa do Ibama no Diário Oficial da União, entrarão em vigor em sete dias.
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