O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, reuniu-se com representantes de caminhoneiros no Palácio do Planalto para discutir o preço dos combustíveis e outras demandas da categoria. Boulos criticou a "omissão" de governadores em relação à redução do ICMS sobre combustíveis e a "ganância" de postos e distribuidoras, enquanto os caminhoneiros decidiram não paralisar as atividades, mas prometem pressionar o Congresso pela definição da Medida Provisória (MP) do piso mínimo de frete.
A reunião abordou o valor do frete e as condições de trabalho, em um esforço do governo para dialogar com o setor e conter a alta do diesel. A MP publicada em 19 de março amplia a fiscalização e prevê punições rigorosas para o descumprimento do piso de frete, incluindo multas de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões e cancelamento da autorização para atuar. O representante dos caminhoneiros, Luciano Santos, destacou que o piso mínimo do frete traz dignidade e que a luta agora é com os parlamentares.
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