Comissão enfrentará "sistema organizado de opressão", diz Erika Hilton
A deputada federal Erika Hilton, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, afirmou que a comissão enfrentará um "sistema organizado de opressão" e destacou prioridades como o combate à misoginia e à violência digital, além de criticar a deputada Fabiana Bolsonaro por fraude eleitoral e blackface.
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23/03 às 16:14
Pontos principais
- Erika Hilton (PSOL-SP) presidirá a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, visando combater a opressão e a desigualdade.
- A deputada acionou a Justiça Eleitoral contra Fabiana Bolsonaro (PL-SP) por suposta fraude eleitoral no uso de cotas raciais e criticou a prática de blackface.
- Entre as prioridades da comissão estão o enfrentamento à misoginia e ao discurso de ódio, especialmente no ambiente digital.
- Hilton defendeu a ampliação do conceito de mulher, não restrito a questões biológicas, e rebateu críticas à sua presidência por ser uma mulher trans.
- Ela criticou parlamentares que a atacam, associando-as a propostas como o "PDL da Pedofilia" e o "PL do Estupro", e à oposição à igualdade salarial.
- A deputada defendeu o avanço de legislações para combater a violência no ambiente digital, que se estende ao mundo real.
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Erika Hilton (deputada federal)Fabiana Bolsonaro (deputada estadual)Cármen Lúcia
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