O novo líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, emitiu um pedido para que o regime iraniano "retire a segurança de seus inimigos", em meio a intensos conflitos com os Estados Unidos e Israel. Em comunicado ao presidente Masoud Pezeshkian, Khamenei expressou condolências pela morte do ministro da Inteligência, Esmail Khatib, atribuída a Israel, e prometeu vingança pelas perdas de autoridades do regime. Ele também classificou como "ilusão" as tentativas de EUA e Israel de fomentar um motim popular para derrubar o governo.
Em uma mensagem divulgada no ano novo persa, Khamenei afirmou que o regime dos aiatolás não será abalado por mortes de alto escalão. Ele negou envolvimento do Irã em ataques na Turquia e Omã, acusando Israel e EUA de usarem táticas de "falsa bandeira" para criar discórdia entre o Irã e seus vizinhos. O líder iraniano também fez referência a uma "terceira guerra imposta" com o objetivo de desestabilizar o Irã, ao mesmo tempo em que vê "sinais de impotência" no governo dos Estados Unidos. A declaração sublinha a escalada das tensões na região, com o conflito entre EUA, Israel e Irã no 21º dia.
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