O Ministério Público do Trabalho (MPT) prepara uma nova campanha para combater o assédio eleitoral no ambiente de trabalho, visando proteger a liberdade de voto dos trabalhadores nas eleições de 2026.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciou o lançamento de uma nova campanha para combater o assédio eleitoral no ambiente de trabalho, com foco nas eleições de 2026. A iniciativa busca salvaguardar a liberdade de voto dos trabalhadores, impedindo que empregadores os constranjam em relação às suas escolhas políticas. O procurador Igor Sousa Gonçalves classificou o assédio eleitoral como um “voto de cabresto moderno”, destacando seu impacto negativo na democracia brasileira.
Casos de assédio eleitoral podem ser denunciados diretamente ao MPT por meio de seu portal na internet, onde é possível anexar provas como mensagens e gravações. A Justiça Eleitoral, através da Resolução nº 23.755 do TSE, já proíbe explicitamente a propaganda ou assédio eleitoral em ambientes de trabalho, sejam eles públicos ou privados. Nas eleições de 2022, o MPT registrou 3.465 denúncias de assédio eleitoral, com a maioria dos casos concentrada na Região Sudeste do país.
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