A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer defendendo a inconstitucionalidade de decisões judiciais que relativizam o crime de estupro de vulnerável.
A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer contrário à flexibilização do crime de estupro de vulnerável. O documento defende a inconstitucionalidade de decisões judiciais que relativizam a incapacidade de consentimento de menores de 14 anos, argumentando que tais interpretações geram instabilidade jurídica e enfraquecem as políticas públicas de prevenção.
A manifestação da AGU ocorre no âmbito de uma ação protocolada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que busca impedir a relativização do Artigo 217-A do Código Penal. O parecer cita como exemplo o caso de um desembargador de Minas Gerais, afastado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após absolver um acusado de estupro contra uma adolescente de 12 anos e sua mãe, reforçando a posição do órgão pela proteção integral de crianças e adolescentes.
13 mar, 11:03
8 mar, 11:00
27 fev, 21:01
24 fev, 20:02
22 fev, 17:01