Veja o que se sabe até agora sobre caso da PM morta em SP
Um mês após a morte da soldado da PM Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, seu companheiro, foi preso por feminicídio e fraude processual, após a investigação contestar sua versão de suicídio e laudos apontarem lesões na vítima.
|
18/03 às 09:44
Pontos principais
- A soldado da PM Gisele Alves Santana foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento que dividia com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto.
- Geraldo Leite reportou o caso como suicídio, mas a família da vítima e a investigação contestaram a versão.
- Socorristas notaram que Geraldo estava seco, contradizendo sua alegação de estar no banho durante o disparo, e a posição da arma na mão da vítima era incomum para suicídio.
- O primeiro laudo necroscópico e um segundo, após exumação, confirmaram lesões na face e pescoço de Gisele, compatíveis com pressão digital e escoriação por unha.
- Geraldo Leite Neto foi preso em 18 de março, após a Justiça Militar conceder um mandado de prisão preventiva e a Polícia Civil indiciá-lo por feminicídio e fraude processual.
- Ele foi levado ao 8º Distrito Policial e será encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gisele Alves Santana (soldado da Polícia Militar)Geraldo Leite Rosa Neto (tenente-coronel da PM)José Miguel Silva Junior (advogado da família de Gisele)Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan (desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo)
Organizações
Polícia Militar (PM)Centro de Operações da Polícia Militar (Copom)Polícia CivilAgência BrasilTV BrasilTribunal de Justiça de São PauloJustiça Militar
Lugares
São Paulo (SP)BrásSão José dos Campos (SP)Presídio Militar Romão Gomes
