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Polícia Civil afasta hipótese de suicídio da PM Gisele Santana

A Polícia Civil de São Paulo afastou a hipótese de suicídio no caso da morte da policial militar Gisele Alves Santana, indiciando seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Neto, por feminicídio e fraude processual.

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18/03 às 13:49

Pontos principais

  • A Polícia Civil de São Paulo descartou a hipótese de suicídio na morte da PM Gisele Alves Santana.
  • Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento que dividia com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Neto.
  • O Inquérito Policial foi concluído, e Geraldo Leite Neto foi indiciado por feminicídio e fraude processual.
  • Há indícios de que o tenente-coronel alterou o local da ocorrência, e ele foi preso em São José dos Campos (SP).
  • O Secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, destacou inconsistências na conduta de Geraldo após o disparo.
  • Laudos periciais médico-legais indicam a inviabilidade da hipótese de suicídio e apontam alterações na cena do crime.
  • Laudos necroscópicos do IML revelaram lesões contundentes na face e região cervical de Gisele, compatíveis com estigma ungueal.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Gisele Alves Santana (policial militar)Geraldo Leite Neto (tenente-coronel da PM)Osvaldo Nico Gonçalves (Secretário da Segurança Pública)

Organizações

Polícia Civil de São PauloMPSPInstituto Médico Legal (IML)Agência BrasilRadioagência NacionalPolícia Militar (PM)Secretaria da Segurança Pública (SSP)

Lugares

São PauloSão José dos Campos (SP)