Um novo laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML), realizado após a exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana, apontou lesões contundentes na face e na região cervical. As marcas, descritas como compatíveis com pressão digital e escoriação por unha, reforçam a suspeita de feminicídio contra seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Um laudo anterior, de 19 de fevereiro, já mencionava lesões semelhantes, e ambos confirmam que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico grave por disparo de arma de fogo.
Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento, e Leite alegou suicídio. A investigação, no entanto, aponta inconsistências, como um intervalo de quase meia hora entre o disparo e o acionamento da polícia. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que as investigações continuam sob sigilo judicial, aguardando os laudos da reconstituição e da exumação.
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