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Laudo do IML aponta lesões na face e pescoço de PM morta em SP

Um novo laudo necroscópico do IML, após exumação, revelou lesões na face e pescoço da policial militar Gisele Alves Santana, reforçando a suspeita de feminicídio.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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10/03 às 12:04 · atualizado 19:02

Pontos principais

  • O corpo da PM Gisele Alves Santana, exumado, apresentou marcas de "equimose de dedos" no pescoço, segundo o advogado da família.
  • Um novo laudo necroscópico do IML confirmou lesões contundentes na face e pescoço, compatíveis com pressão digital e escoriação por unha.
  • Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça, e o marido, tenente-coronel Geraldo Leite, alegou suicídio.
  • A investigação aponta um intervalo de quase meia hora entre o disparo e o acionamento da polícia por Leite.
  • A SSP informou que as investigações seguem sob sigilo judicial, aguardando laudos da reconstituição e exumação.

Um novo laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML), realizado após a exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana, apontou lesões contundentes na face e na região cervical. As marcas, descritas como compatíveis com pressão digital e escoriação por unha, reforçam a suspeita de feminicídio contra seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Um laudo anterior, de 19 de fevereiro, já mencionava lesões semelhantes, e ambos confirmam que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico grave por disparo de arma de fogo.

Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento, e Leite alegou suicídio. A investigação, no entanto, aponta inconsistências, como um intervalo de quase meia hora entre o disparo e o acionamento da polícia. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que as investigações continuam sob sigilo judicial, aguardando os laudos da reconstituição e da exumação.

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