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Risco às provas justificou prisão de PM por feminicídio, diz MPSP

A prisão do policial militar Geraldo Leite Neto, indiciado pelo feminicídio de sua companheira Gisele Alves Santana, foi justificada pelo risco de interferência nas provas e pela gravidade do caso, segundo o MPSP.

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18/03 às 13:11

Pontos principais

  • O MPSP justificou a prisão do PM Geraldo Leite Neto pelo risco de interferência nas provas e pela gravidade do caso de feminicídio.
  • Neto é indiciado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual, após reportar o caso como suicídio.
  • A decisão de prisão atendeu a um pedido da Polícia Judiciária Militar.
  • Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, e a família contestou a versão de suicídio desde o início.
  • Laudos periciais e depoimentos afastam a hipótese de suicídio, apontando para feminicídio e possível fraude processual.
  • O Tribunal de Justiça Militar autorizou a apreensão de celulares e a quebra de sigilo de dados do investigado.
  • O artigo também fornece informações sobre como denunciar casos de violência contra a mulher.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Geraldo Leite Neto (policial militar)Gisele Alves Santana (soldado da Polícia Militar)

Organizações

Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP)Polícia Judiciária MilitarTribunal de Justiça MilitarAgência BrasilPolícia CivilIML

Lugares

São José dos CamposSão Paulo