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Irã ataca Tel Aviv com bombas de fragmentação; casal morre em apartamento

O Irã atacou Tel Aviv com bombas de fragmentação em retaliação à morte de Ali Larijani, matando um casal de idosos e reacendendo o debate sobre o uso desses armamentos controversos.

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Foto: G1 Mundo
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18/03 às 09:01 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • O Irã atacou Tel Aviv, Israel, com bombas de fragmentação em retaliação à morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã.
  • Uma das bombas atingiu um apartamento em Tel Aviv, resultando na morte de um casal de idosos e ferindo outras cinco pessoas.
  • Bombas de fragmentação liberam submunições sobre uma área extensa, sendo perigosas para civis devido a falhas de detonação.
  • Uma convenção de 2008 proíbe essas munições, mas Irã, Israel, EUA, Rússia, Ucrânia e Brasil não são signatários.
  • Organizações internacionais criticam o armamento por ser letal para civis, especialmente crianças, e pela persistência de submunições não detonadas.
  • A guerra no Oriente Médio, em sua terceira semana, já causou milhares de mortes no Irã, Líbano e Israel.

O Irã utilizou bombas de fragmentação em um ataque contra Tel Aviv, Israel, em retaliação à morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã. O incidente resultou em mortes e feridos, com uma das bombas atingindo diretamente um apartamento e matando um casal de idosos, além de ferir outras cinco pessoas. Este ataque intensifica o conflito no Oriente Médio, que já está em sua terceira semana e causou milhares de mortes no Irã, Líbano e Israel, reacendendo o debate sobre o uso desses armamentos controversos.

Bombas de fragmentação liberam submunições sobre uma área extensa, e a falha de detonação de algumas delas as torna uma ameaça a longo prazo, funcionando como minas terrestres. Embora uma convenção de 2008 proíba o uso dessas munições, Irã e Israel não são signatários, assim como Estados Unidos, Rússia, Ucrânia e Brasil. Organizações como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional condenam o uso dessas bombas, destacando sua letalidade para civis, em especial crianças, que podem ser atraídas pela aparência das submunições. Israel já foi acusado de usar munições de fragmentação contra o Líbano em conflitos anteriores, e o Irã também foi denunciado por seu uso em 2025.

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