O que são bombas de fragmentação, usadas pelo Irã na guerra e por que elas são criticadas?
O artigo detalha o que são bombas de fragmentação, o uso delas pelo Irã em ataques contra Israel e as críticas internacionais a esse tipo de armamento, que é proibido por uma convenção da qual nem Irã nem Israel são signatários.
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18/03 às 07:55
Pontos principais
- O Irã utilizou bombas de fragmentação em um ataque contra Israel em retaliação à morte de Ali Larijani, resultando em mortes e feridos.
- Bombas de fragmentação são armamentos que liberam submunições sobre uma área extensa, sendo perigosas para civis devido à falha de detonação de algumas submunições.
- Uma convenção de 2008 proíbe o uso dessas munições, mas Irã e Israel não são signatários, assim como EUA, Rússia, Ucrânia e Brasil.
- Israel acusa o Irã de usar mísseis de fragmentação e, por sua vez, já foi acusado de usar esse tipo de munição contra o Líbano.
- Organizações internacionais criticam as bombas de fragmentação por serem letais para civis, especialmente crianças, que podem ser atraídas por sua aparência de brinquedo.
- O Brasil foi criticado em 2017 pela Human Rights Watch por fabricar e exportar bombas de fragmentação usadas em ataques no Iêmen.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ali Larijani (chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã)Steve Goose (diretor da divisão de armas da Human Rights Watch e presidente da Coalizão Contra Munições Cluster)
Organizações
g1TV estatal iranianaComitê Internacional da Cruz VermelhaHuman Rights WatchCoalizão Contra Munições ClusterAnistia InternacionalLandmine and Cluster Munition Monitor
Lugares
IrãIsraelTel AvivRamat GanKafr QasemPetah TikvaBnei BrakLíbanoDublinEstados UnidosRússiaUcrâniaBrasilIêmenArábia Saudita
