Cláudio Castro avalia renúncia antecipada para evitar cassação no TSE
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), considera renunciar ao cargo antes do julgamento no TSE para tentar evitar a cassação, embora especialistas alertem que a manobra pode não impedir a inelegibilidade.
Pontos principais
- Cláudio Castro (PL) avalia renúncia antecipada ao governo do Rio de Janeiro.
- A decisão ocorre antes do desfecho de seu julgamento no TSE, que pode resultar em cassação.
- Especialistas alertam que a renúncia pode não livrá-lo da inelegibilidade, conforme a Lei Complementar nº 219, de 2025.
- Uma das hipóteses é a saída em 23 de setembro, antes da retomada do julgamento no TSE.
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria "largado a mão" de Castro no julgamento.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), está considerando uma renúncia antecipada ao cargo, antes da conclusão de seu julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estratégia visa evitar uma possível cassação, mas especialistas jurídicos alertam que a manobra pode não ser suficiente para impedir sua inelegibilidade, conforme a Lei Complementar nº 219, de 2025.
A defesa de Castro avalia a saída para a próxima segunda-feira, 23 de setembro, antes da retomada do julgamento, na tentativa de que a ação no TSE perca o objeto. Outra data considerada para a renúncia seria 4 de abril, caso o governador tivesse certeza de não ser cassado ou declarado inelegível. Nos bastidores, há relatos de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria se distanciado de Castro durante o processo, contrariando as expectativas do governador.
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