O Brasil integra a 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU, onde se debate o combate à violência contra mulheres e foram rejeitadas propostas dos EUA consideradas retrocessos.
O Brasil está presente na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW70) da Organização das Nações Unidas (ONU), um evento crucial para a discussão da igualdade de gênero e dos direitos das mulheres globalmente. A participação brasileira visa fortalecer as estratégias de combate à violência contra a mulher, um desafio persistente no país, mesmo com a existência de marcos legais como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio. A coordenadora-geral da Criola, Lúcia Xavier, enfatizou a necessidade de uma articulação robusta entre o governo e a sociedade civil para enfrentar essa "epidemia" de violência.
Durante a sessão, propostas apresentadas pelos Estados Unidos, que poderiam representar retrocessos em direitos como o acesso ao aborto, a identidade de gênero e a interseccionalidade, foram rejeitadas na plenária da ONU. As discussões e os resultados da conferência são considerados importantes para o desenvolvimento de novos mecanismos e medidas que possam ser implementados no Brasil para aprimorar o enfrentamento à violência de gênero.
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