Uma pesquisa Meio/Ideia revelou que o caso envolvendo o Banco Master não resultou em desgaste eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dados indicam que a percepção pública associa o escândalo principalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF), com 35% dos eleitores fazendo essa ligação, enquanto apenas 21% o atribuem ao governo federal. Essa dinâmica tem contribuído para poupar a imagem do presidente, enquadrando o caso como um conflito institucional mais amplo entre STF, Executivo e Congresso.
A aprovação do governo Lula permanece estável, com 47,2% de aprovação e 50,5% de desaprovação, dentro da margem de erro. Nas simulações para as eleições de 2026, Lula mantém 40% das intenções de voto, enfrentando uma disputa competitiva com Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Os cenários de segundo turno também apontam para um empate técnico entre Lula e seus principais adversários, sugerindo que o caso Banco Master ainda não se tornou um passivo eleitoral significativo para o presidente.
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