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Netanyahu contradiz Trump e afirma que guerra contra o Irã 'ainda não terminou'

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que Israel "ainda não terminou" a guerra contra o Irã, contrariando a visão de Donald Trump. Um míssil iraniano quase atingiu um civil em Israel.

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Foto: G1 Mundo
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10/03 às 07:01 · atualizado 09:01

Pontos principais

  • Benjamin Netanyahu afirmou que Israel "ainda não acabou" a guerra contra o Irã, contradizendo Donald Trump.
  • Um homem em Or Yehuda, Israel, foi gravemente ferido por estilhaços de um míssil iraniano, quase sendo atingido diretamente.
  • Câmeras de vigilância registraram o impacto do míssil e o socorro ao homem em Or Yehuda.
  • Netanyahu garantiu que a operação militar visa enfraquecer a liderança clerical iraniana.
  • O Irã rechaçou as falas de Trump e descartou um cessar-fogo, afirmando que Teerã decidirá o fim do conflito.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que a guerra contra o Irã "ainda não terminou", em oposição às recentes afirmações de Donald Trump de que o conflito estaria "praticamente concluído". Netanyahu enfatizou que a operação militar israelense visa enfraquecer a liderança clerical iraniana e expressou a esperança de que o povo iraniano consiga se libertar da tirania. Esta divergência de perspectivas ressalta a complexidade e a incerteza em torno do futuro das tensões na região.

Apesar das promessas de Trump de ataques "20 vezes mais fortes" do que os já realizados pelo Exército norte-americano, o Irã rechaçou veementemente tais declarações. Teerã afirmou que a decisão sobre o fim do conflito caberá ao próprio Irã, descartando qualquer possibilidade de um cessar-fogo imposto externamente. A escalada do conflito foi evidenciada por um incidente em Or Yehuda, Israel, onde um homem escapou por pouco de ser atingido por um míssil iraniano, sofrendo ferimentos graves por estilhaços, conforme registrado por câmeras de vigilância. A guerra entre EUA/Israel e Irã começou após bombardeios conjuntos contra o território iraniano em 28 de fevereiro.

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