O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reiterou que o conflito com o Irã permanece ativo enquanto o país mantiver estoques de urânio enriquecido e infraestrutura nuclear. Em declarações recentes, o premiê defendeu a remoção física desse material como condição essencial para a segurança regional, embora priorize uma solução diplomática. A posição israelense ocorre em um momento de avaliação da resposta de Teerã à proposta de paz mediada pelos Estados Unidos, sob o cessar-fogo vigente desde 8 de abril. Enquanto o presidente Donald Trump foca no monitoramento do programa nuclear, Netanyahu admitiu que Israel não previu a dimensão da crise no Estreito de Ormuz, reforçando a necessidade de vigilância estratégica.
Além das tensões nucleares, Netanyahu reafirmou que Israel continuará suas operações contra o Hezbollah no Líbano, independentemente de acordos com o governo iraniano. O premiê também expressou o objetivo de reduzir a zero a ajuda financeira militar dos Estados Unidos a Israel na próxima década, buscando aprofundar alianças regionais em tecnologia e energia. Apesar das dificuldades na imagem internacional do país e na gestão da crise, o governo israelense mantém o foco na desnuclearização do Irã como pilar de sua política de defesa, enquanto tenta conciliar suas exigências de segurança com a estratégia diplomática americana.
G1 Mundo • 11 mai, 02:19
Times Brasil • 10 mai, 15:00
InfoMoney • 10 mai, 14:32
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