Após a morte de Ali Khamenei em ataques conjuntos de EUA e Israel, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que qualquer sucessor do líder supremo iraniano será um alvo.
O cenário político no Oriente Médio se intensifica após a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em um bombardeio resultante de ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel. Em resposta, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, declarou que qualquer sucessor de Khamenei será considerado um "alvo inequívoco para eliminação", uma postura que sinaliza uma escalada nas tensões regionais. O primeiro-ministro e Katz já ordenaram que as forças armadas israelenses se preparem para essa missão.
Paralelamente, o aiatolá Alireza Arafi foi eleito líder supremo interino do Irã, enquanto o Exército de Israel atacou o prédio da Assembleia dos Peritos, órgão responsável pela escolha do próximo líder. A morte de Khamenei foi celebrada por Donald Trump, que o classificou como "uma das pessoas mais malignas da história", mas condenada pelo Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, como um "crime religioso" e uma traição à diplomacia por parte dos EUA.