Ações de bancos sobem após BC autorizar dedução de aportes antecipados ao FGC
As ações dos principais bancos brasileiros registraram alta após o Banco Central autorizar a dedução de aportes antecipados ao FGC dos recolhimentos compulsórios, visando neutralizar o impacto na liquidez do sistema bancário.
Pontos principais
- Ações de grandes bancos como Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander e BTG Pactual apresentaram ganhos.
- O Banco Central permitiu que instituições financeiras deduzam aportes antecipados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) dos recolhimentos compulsórios.
- A medida busca mitigar o efeito da antecipação de contribuições ao FGC na liquidez do sistema bancário.
- Estima-se que a autorização possa liberar R$ 30 bilhões para o sistema bancário até 2026.
- O FGC determinou a antecipação de contribuições mensais até 2028 para recompor seu patrimônio, afetado por pagamentos ao Banco Master.
As ações dos principais bancos brasileiros, incluindo Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander e BTG Pactual, registraram valorização significativa após uma decisão do Banco Central. A autoridade monetária permitiu que as instituições financeiras deduzam os aportes antecipados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) dos recolhimentos compulsórios. Esta medida visa neutralizar o impacto na liquidez do sistema bancário, que seria gerado pela antecipação das contribuições ao FGC.
A antecipação das contribuições ao FGC, que se estenderá até 2028, foi determinada para recompor o patrimônio do fundo, abalado por pagamentos relacionados ao Banco Master. Com a nova autorização, as instituições financeiras terão flexibilidade para alocar a dedução entre os compulsórios sobre recursos à vista ou a prazo. Analistas do UBS BB indicam que essa medida praticamente elimina os custos de reconstituição do fundo de seguros, com uma estimativa de liberação de R$ 30 bilhões para o sistema bancário até 2026.
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