O Banco Central detalhou o destino dos R$ 37,7 bilhões pagos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) após a liquidação do Banco Master, ocorrida no início de 2026. Segundo o órgão, a maior parcela dos recursos, equivalente a 55,1%, foi reinvestida em títulos emitidos por instituições financeiras, com destaque para os bancos de grande porte, conhecidos como S1, que captaram 40,9% do total. A movimentação foi acompanhada de perto pela autoridade monetária, que assegurou que o processo não gerou riscos sistêmicos ao mercado brasileiro. O Relatório de Estabilidade Financeira reforçou a solidez do sistema, mesmo diante de um cenário de desaceleração do crédito e aumento da inadimplência. A migração dos recursos para instituições de maior solidez reflete uma busca dos investidores por segurança após o colapso do grupo Master.
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