Câmara aprova restrição do uso da palavra 'leite' em embalagens de produtos lácteos
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe o uso da palavra "leite" em embalagens de produtos que não sejam secreção mamária, visando evitar engano ao consumidor.
Pontos principais
- A Câmara dos Deputados aprovou projeto que restringe o uso da palavra "leite" em embalagens.
- A medida visa proibir o uso do termo em produtos que não sejam a secreção mamária de fêmeas mamíferas.
- O projeto segue agora para análise do Senado Federal.
- A restrição busca evitar informações enganosas, já que compostos lácteos possuem valores nutricionais diferentes do leite puro.
- Palavras como queijo, manteiga e iogurte continuam permitidas para derivados lácteos.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece novas regras para o uso da palavra "leite" em embalagens de produtos alimentícios. A proposta proíbe que o termo seja utilizado em itens que não sejam a secreção mamária de fêmeas mamíferas, sem aditivos ou extrações. O objetivo principal é combater a desinformação e proteger o consumidor, garantindo que a rotulagem reflita a verdadeira natureza do produto.
Com a aprovação na Câmara, o projeto agora segue para análise do Senado. A medida busca diferenciar claramente o leite puro de compostos lácteos, que misturam leite com outros elementos como soro e aromatizantes, e que possuem valores nutricionais distintos. Estabelecimentos que comercializam produtos similares a lácteos deverão informar de forma transparente sua composição para evitar enganos. A proposta também lista palavras permitidas para derivados, como queijos e iogurtes, e há planos para medida similar em embalagens de carnes.
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