Trump anuncia nova onda de ataques e diz que 'praticamente tudo foi destruído no Irã'
Donald Trump declarou que ataques conjuntos com Israel destruíram "praticamente tudo" no Irã e anunciou nova onda de ofensivas, justificando as ações como preventivas e pressionando Israel a participar.
Pontos principais
- Donald Trump afirmou que ataques conjuntos com Israel destruíram "praticamente tudo" no Irã e que uma nova onda de ofensivas ocorrerá "em breve".
- Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, alertou que os ataques militares contra o Irã serão intensificados, visando destruir o programa de mísseis balísticos, a frota naval e drones de ataque iranianos.
- Trump declarou que o Irã está sem defesa aérea e sem liderança, mencionando um ataque à nova liderança iraniana e a morte do líder supremo Ali Khamenei.
- O presidente dos EUA justificou os ataques dizendo que agiu porque achou que o Irã atacaria primeiro e reconheceu ter pressionado Israel a participar da ofensiva.
- O Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, detalhou que a operação visa destruir os programas nuclear e de mísseis iranianos, além da Marinha, garantindo que a guerra não será "interminável".
- A Alemanha permitiu o desembarque de forças norte-americanas em "certas áreas", mas não enviará tropas terrestres, após reunião de Trump com o chanceler alemão Friedrich Merz.
- Os ataques resultaram na morte de 49 líderes iranianos, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, e elevaram os preços do petróleo.
- Trump prometeu vingar os três militares dos EUA mortos e alertou que haverá mais mortes antes do fim do conflito.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que uma "grande onda" de ofensiva militar contra o Irã ainda está por vir, superando as ações já realizadas. Ele afirmou que "praticamente tudo foi destruído no Irã" após os ataques conjuntos dos EUA e Israel, e que a maioria das lideranças iranianas que poderiam assumir o país foram mortas. Trump declarou que o Irã está sem defesa aérea e sem liderança, mencionando um ataque à nova liderança iraniana. Complementando essa postura, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, alertou que os ataques militares contra o Irã serão intensificados, visando destruir o programa de mísseis balísticos, a frota naval e drones de ataque iranianos. Rubio defendeu a campanha do presidente Trump, em conjunto com Israel, reiterando a alegação de uma "ameaça iminente" do Irã e afirmou que o governo cumpriu a lei ao informar os líderes do Congresso antes da operação, apesar de contestações de democratas como o senador Mark Warner sobre a necessidade de autorização parlamentar.
O Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, detalhou que a operação tem como objetivos destruir os programas nuclear e de mísseis iranianos, além da Marinha do país, garantindo que a guerra não será "interminável". Hegseth enfatizou que a operação possui uma missão clara, devastadora e decisiva, e que o Irã não terá armas nucleares, acusando Teerã de planejar uma "chantagem nuclear". Rubio, por sua vez, negou que a mudança de regime seja o objetivo principal, apesar da eliminação de líderes iranianos, focando na desativação de capacidades militares. Ele não descartou o envio de tropas terrestres, mas minimizou a possibilidade de uma invasão em breve.
Trump mencionou a morte de 49 líderes iranianos no primeiro ataque, que utilizou mísseis Tomahawk e atingiu mais de mil alvos, resultando na morte do líder supremo Ali Khamenei. Os EUA e Israel também atacaram a Assembleia de Especialistas em Teerã, local para escolha de nova liderança, embora o Irã tenha minimizado o impacto. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e bases militares dos EUA, com a troca de ataques continuando diariamente. Trump prometeu vingar os três militares dos EUA mortos e alertou que haverá mais mortes antes do fim do conflito, revelando que uma nova onda de ataques ocorrerá "em breve" e que a ofensiva continuará nas próximas semanas com mísseis e drones. O presidente justificou os ataques como defesa, alegando que agiu antes que o Irã atacasse, e admitiu ter pressionado Israel a participar da ofensiva, contradizendo a declaração anterior de Rubio de que os EUA não iniciaram o confronto por Israel.
A visita do chanceler alemão Friedrich Merz a Washington, a primeira com um líder europeu após os ataques, focou na guerra e em acordos comerciais. A Alemanha permitiu o desembarque de forças norte-americanas em "certas áreas", mas não enviará tropas terrestres. A visita de Merz ocorreu em meio a planos da Alemanha e França para aprofundar a cooperação nuclear e a instabilidade global causada pelo conflito, que também elevou os preços do petróleo.
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