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Alcolumbre rejeita anular quebra de sigilo de Lulinha pela CPMI do INSS

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, negou o pedido para anular a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha, aprovada pela CPMI do INSS em votação tumultuada.

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Foto: G1 Política
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02/03 às 09:02 · atualizado 03/03 às 18:02

Pontos principais

  • Davi Alcolumbre, presidente do Senado, rejeitou o pedido para anular a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).
  • A quebra de sigilos foi aprovada pela CPMI do INSS em 26 de fevereiro, em meio a uma votação simbólica e tumultuada.
  • Alcolumbre justificou a decisão afirmando que a suposta violação das normas regimentais não se mostrou evidente e inequívoca, após consulta à advocacia do Senado.
  • A votação gerou protestos de governistas e questionamentos sobre a participação de suplentes e a contagem de votos, com o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) pedindo a anulação.
  • Parlamentares que pediram a anulação sustentam que houve uma inversão abrupta do resultado entre as votações simbólica e nominal.
  • Lulinha se tornou alvo da oposição após a PF apreender mensagens que o ligariam a Antônio Carlos Camilo Antunes e à empresária Roberta Luchsinger, investigada por cannabis medicinal.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu rejeitar o pedido de anulação da quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, aprovada pela CPMI do INSS. A decisão encerra um período de expectativa e tensões, mantendo a validade da deliberação da comissão. Alcolumbre afirmou que, após análise e consulta à advocacia do Senado, a suposta violação das normas regimentais não se mostrou evidente e inequívoca.

A votação dos requerimentos na comissão, ocorrida em 26 de fevereiro, foi marcada por tumulto, questionamentos sobre a participação de suplentes e protestos de parlamentares governistas, que alegavam irregularidades no procedimento. O pedido de anulação foi feito por parlamentares que sustentam ter havido uma inversão abrupta do resultado entre a votação simbólica e a nominal, além de discrepâncias na contagem de votos válidos. A CPMI também aprovou a convocação de Gustavo Gaspar e Augusto Ferreira Lima para depoimentos, enquanto a oposição mira Lulinha após a apreensão de mensagens que o ligariam a investigações, incluindo a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, investigada por supostamente receber pagamentos para atuar na comercialização de produtos de cannabis medicinal.

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