A aprovação da quebra de sigilo de Fábio Luiz Lula da Silva (Lulinha) na CPI do INSS provocou um conflito entre governo e oposição, com questionamentos sobre a validade da votação e a intervenção do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
A decisão da CPI do INSS de aprovar a quebra de sigilo de Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, desencadeou um intenso embate político. O governo contesta a validade da votação, alegando fraude e buscando a intervenção do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para anular ou revisar o processo. A oposição, por sua vez, defende a legitimidade da aprovação, com o presidente da CPI, Carlos Viana, afirmando que não haverá recuo e que os requerimentos já foram encaminhados.
O cenário é de incerteza, com o governo avaliando a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou negociar um acordo político para uma nova votação. A sessão que culminou na aprovação foi marcada por grande tumulto, incluindo agressões físicas entre parlamentares e controvérsias sobre a contagem de votos e o quórum necessário, evidenciando a polarização e a tensão em torno das investigações da CPI.