O governo de Cláudio Castro (PL) planeja judicializar as regras da eleição indireta para seu sucessor no Rio de Janeiro, buscando influenciar a disputa pelo "mandato-tampão" após sua saída para o Senado.

O governo de Cláudio Castro (PL) no Rio de Janeiro planeja judicializar as regras da eleição indireta que definirá seu sucessor. A medida ocorre em meio a uma disputa interna por candidaturas ao "mandato-tampão", que será preenchido após a saída de Castro em abril para concorrer ao Senado. A eleição indireta está prevista para maio.
Aliados de Castro buscam uma saída jurídica focada na lei da Alerj que reduziu o prazo de desincompatibilização de seis meses para 24 horas. Uma decisão judicial que restabeleça o prazo original de seis meses impediria tanto o candidato de Castro, Nicolla Miccione, quanto o de Flávio Bolsonaro, Douglas Ruas, de concorrerem, abrindo novas negociações e reconfigurando o cenário político para a sucessão.
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