O Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para 6 de março o julgamento do pastor Silas Malafaia, que responderá por calúnia e injúria contra generais do Alto Comando do Exército. A decisão de pautar o caso foi do ministro Flávio Dino, e a denúncia partiu do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, após solicitação do general Tomás Paiva. As acusações referem-se a declarações feitas por Malafaia em abril de 2025, durante uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, onde ele proferiu termos como "frouxos" e "covardes" para se referir aos militares.
Malafaia participava de um ato em defesa da anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023, a pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro. A defesa do pastor argumenta que as críticas foram de natureza genérica, não visando indivíduos específicos ou o Exército como instituição, o que será um ponto central na análise da Primeira Turma do STF.
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