Malafaia pede ao STF rejeição de denúncia por ofensa a comandante do Exército
O pastor Silas Malafaia solicitou ao Supremo Tribunal Federal a rejeição da denúncia da PGR que o acusa de caluniar e injuriar o comandante do Exército, General Tomás Paiva, durante manifestação pró-Bolsonaro.
Pontos principais
- Silas Malafaia pediu ao STF a rejeição da denúncia por calúnia e injúria contra o General Tomás Paiva.
- A PGR o denunciou por falas proferidas em uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro em São Paulo.
- Malafaia se referiu a generais como "frouxos, covardes e omissos", afirmando que "não honram a farda que vestem".
- A defesa argumenta que as críticas foram genéricas, sem citar nominalmente Tomás Paiva, e que houve retratação.
- Os advogados também alegam que o pastor não possui foro privilegiado para ser julgado pelo STF.
O pastor Silas Malafaia protocolou um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja rejeitada a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A denúncia acusa Malafaia de calúnia e injúria contra o comandante do Exército, General Tomás Paiva, em decorrência de declarações feitas durante uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, realizada em São Paulo. Na ocasião, o pastor proferiu críticas contundentes, chamando generais de "frouxos, covardes e omissos" e afirmando que "não honram a farda que vestem".
A defesa de Malafaia argumenta que as críticas foram genéricas, não direcionadas especificamente ao General Tomás Paiva, e que houve uma retratação posterior. Além disso, os advogados questionam a competência do STF para julgar o caso, alegando que o pastor não possui foro privilegiado. O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, analisará a manifestação da defesa e decidirá sobre o agendamento do julgamento, que definirá o prosseguimento ou não da ação penal contra o líder religioso.
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