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OAB-SP e mais de 50 organizações propõem código de ética para o STF

A OAB-SP, com apoio de mais de 50 organizações, enviou ao Supremo Tribunal Federal uma proposta de código de ética para ministros, visando maior transparência e integridade.

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01/02 às 11:00

Pontos principais

  • A OAB-SP enviou ao STF uma proposta de código de ética para os ministros da Corte.
  • Mais de 50 organizações, incluindo Transparência Brasil, apoiam a iniciativa e desenvolveram um manifesto conjunto.
  • A proposta inclui vedar ministros de julgamentos com parentes ou interesses próprios e restringe manifestações político-partidárias.
  • Sugere a divulgação da agenda dos ministros e uma quarentena de três anos para ex-ministros exercerem a advocacia.

A Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma proposta detalhada para a criação de um código de ética que regule a conduta dos ministros da Corte. A iniciativa ganhou força com o apoio de mais de 50 organizações da sociedade civil, como a Transparência Brasil e o Instituto Sou da Paz, que assinaram um manifesto em conjunto, reforçando a demanda por maior integridade e transparência no Judiciário.

Entre as principais medidas propostas, destacam-se a vedação de ministros em julgamentos que envolvam parentes, amigos íntimos ou interesses pessoais, a obrigatoriedade de divulgação da agenda dos ministros e restrições à participação em eventos patrocinados por partes com processos na Corte. A proposta também sugere que ministros evitem manifestações político-partidárias, participem de sessões presenciais e cumpram uma quarentena de três anos antes de exercerem a advocacia após a aposentadoria ou exoneração. O presidente da OAB-SP enfatiza que essas novas regras são cruciais para adequar a gestão do Judiciário aos padrões contemporâneos de integridade.

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