Moraes nega visitas de Valdemar e Malta a Bolsonaro, mas autoriza padre e outros parlamentares
Alexandre de Moraes negou visitas de Valdemar Costa Neto e Magno Malta a Bolsonaro, mas autorizou assistência religiosa de padre e visitas de outros parlamentares.
Pontos principais
- O ministro Alexandre de Moraes negou as visitas de Valdemar Costa Neto e Magno Malta ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- A negativa a Valdemar se deu por ele ser investigado nos mesmos fatos, enquanto Malta tentou entrar sem autorização.
- Moraes autorizou a assistência religiosa do padre Paulo Silva, além de bispo e pastores já permitidos.
- Foram autorizadas as visitas dos parlamentares Hélio Lopes e Wilder Morais, e do empresário Luiz Antônio Nabhan Garcia.
- Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses, poderá realizar caminhadas em trajetos predeterminados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou novamente pedidos de visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Valdemar Costa Neto teve sua solicitação indeferida por ser investigado nos mesmos fatos que levaram à prisão de Bolsonaro, enquanto o senador Magno Malta foi barrado por tentar acessar a unidade prisional sem autorização prévia. A decisão ocorre em um momento crucial para a definição de candidatos para as eleições de 2026, com Tarcísio de Freitas, cotado para a corrida presidencial, tendo visita marcada para discutir o cenário político.
Por outro lado, Moraes autorizou a assistência religiosa do padre Paulo M. Silva, da Igreja Católica, a Bolsonaro, complementando as visitas semanais de pastores evangélicos Robson Lemos Rodovalho e Thiago Macieira Manzoni, já aprovadas em 15 de janeiro. Além disso, foram permitidas as visitas dos parlamentares Hélio Lopes e Wilder Morais, e do empresário Luiz Antônio Nabhan Garcia. Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes como tentativa de golpe de Estado, também terá permissão para realizar caminhadas em trajetos predeterminados.
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