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China condiciona compras agrícolas a acordo de US$ 60 bilhões em tarifas

Pequim condiciona a ampliação das importações agrícolas dos EUA à implementação de redução tarifária recíproca, após compromisso firmado entre Xi Jinping e Donald Trump.

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Foto: SCMP - World
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05/11 às 09:31, atualizado 10:45

Pontos principais

  • A China condiciona a ampliação das importações agrícolas dos EUA à implementação de uma redução tarifária recíproca.
  • O Ministério do Comércio diz que o arranjo, de US$ 30 bilhões para cada lado (US$ 60 bilhões no total), já foi acordado entre os dois países.
  • Até setembro, a China estava a caminho de cumprir a meta de compra de soja, mas importou apenas US$ 7,2 bilhões em outros produtos agrícolas dos EUA, segundo análise da Reuters.
  • A porta-voz Huang Ling espera que os EUA reduzam tarifas e barreiras não tarifárias e ampliem o acesso ao mercado.
  • O ministério não fixou prazo nem listou produtos para a medida.

O Ministério do Comércio da China reiterou que a ampliação das compras agrícolas dos Estados Unidos depende da implementação de um arranjo de redução tarifária recíproca de US$ 30 bilhões de cada lado, que o ministério trata como já acordado.

Em coletiva nesta quinta-feira (5), a porta-voz Huang Ling disse que a China mantém abertura a essas compras, mas somente sob essa condição, e espera que Washington reduza tarifas, diminua barreiras não tarifárias e amplie o acesso ao mercado. Até setembro, a China estava a caminho de cumprir a meta de soja, mas importou apenas US$ 7,2 bilhões em outros produtos do campo, segundo análise da Reuters. O ministério não fixou prazo nem listou produtos, e um grupo de trabalho agrícola dos dois países deve se reunir antes do fim do ano.

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