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Trump minimiza derrota republicana e diz que aceitará resultado eleitoral

O presidente Donald Trump afirmou que aceitará os resultados das eleições de meio de mandato e atribuiu o desempenho republicano ao fato de não estar na cédula.

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Foto: G1 Mundo
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04/11 às 01:15, atualizado 03:15

Pontos principais

  • Em entrevista ao New York Times, Trump declarou estar “absolutamente disposto” a aceitar os resultados das eleições.
  • O presidente afirmou que espera trabalhar com os democratas e que “provavelmente vamos chegar a algum acordo”.
  • Trump atribuiu as derrotas republicanas ao fato de não estar na cédula eleitoral, alegando que teria vencido “por uma lavada” caso estivesse.
  • O presidente classificou a decisão de ir à guerra com o Irã como “muito sábia” e disse não se arrepender de apoios específicos.
  • Resultados indicam que os democratas caminham para controlar a Câmara e o Senado dos Estados Unidos.
  • A Casa Branca manteve a defesa da atuação do presidente durante a campanha, classificando a oposição como extremista.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que aceitará os resultados das eleições de meio de mandato, em entrevista por telefone ao New York Times na noite de terça-feira (3). Ele falou enquanto acompanhava a apuração na Casa Branca, momento em que os democratas caminhavam para garantir o controle da Câmara e do Senado. Trump buscou se distanciar do desempenho de seu partido, afirmando reiteradamente que não estava na cédula de votação e que, se estivesse, o resultado seria uma vitória esmagadora para os republicanos.

Ao comentar a nova configuração política, o presidente disse esperar trabalhar com os democratas e que “provavelmente vamos chegar a algum acordo”. Paralelamente, a Casa Branca manteve a defesa da atuação de Trump durante a campanha, classificou a oposição como extremista e afirmou que o governo seguirá combatendo a esquerda radical, independentemente da nova composição do Congresso. O presidente também defendeu decisões estratégicas de seu mandato, incluindo a postura em relação ao Irã, e negou arrependimento quanto aos candidatos que apoiou durante o pleito.

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